sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018




PAI  IRRESPONSÁVEL  PEDE SOCORRO 

 Senhor, não sei se sou digno de estar aqui para mais um pedido. Eu sei bem o que fiz e o que causei a muitos, principalmente à minha família. Mas necessito muito do seu perdão Senhor, meu Deus, meu Pai que tudo sabe e que tudo vê!
Pequei contra a vida, não só contra a minha, mas de muitos companheiros. Enganei, fui cruel e não tive dificuldade em fazer, na verdade, sentia certo prazer. Eu gostava de ser o chefe, mandar, humilhar e fazer crueldades com aqueles fracos e medrosos que viviam pedindo clemência e piedade.
Hoje estou aqui me sentindo um fraco e pedindo a Sua misericórdia.
Fui um chefe do tráfico em uma favela, digo, comunidade. Trafiquei, mandei matar, viciei vários garotos, crianças e até idosos, todos que eu via como possíveis consumidores e, com a simpatia de um lobo, pegava as minhas vitimas.   
Fiz fortuna e criei uma grande facção, construí um lar, e tive filhos que foram também minhas vitimas. Infelizmente, não existia em mim sentimento paterno, tudo que eu via era dinheiro, glória e poder. Fiz com que meus filhos assumissem bocas de fumo e fui influenciando todos os três até conseguir infiltrá-los no crime e no tráfico.
Os negócios cresciam de uma forma terrível, comecei a expandir para o tráfico de armas pesadas, munições, carros e motos. E logo já estávamos infiltrados no mercado de roubo de carros, caminhões com cargas valiosas, enfim, tudo ficando muito perigoso.
Um dia, no auge do meu delírio de chefe e me sentindo poderoso, fui até uma instalação governada por meu filho, José Henrique, e, como é meu costume chefiar e mandar, percebi algo estranho no olhar de meu filho que eu considero o mais esperto e cruel. Não tinha perdão era temido por todos em sua área e vi que ali, naquele olhar, existia perigo e comecei a ficar preocupado. Vivia me questionando: “será que o meu próprio filho vai me trair? Eu acho que ele quer o meu lugar! Não pode ser, eu ensinei a ele tudo, dei poder, dinheiro, não pode ser!”
Enfim o que eu temia aconteceu, fui traído pelo meu filho e fuzilado diante de todos, de todos aqueles que eu julgara meus “comparsas e fieis”.
Com o passar do tempo aqui na espiritualidade, fui responsabilizado por tudo que fiz e, com misericórdia de Deus, fui resgatado e hoje, evangelizado e ciente de todo o mal que causei, quero pedir ao Pai que me deixe ser o anjo e resgatar o meu filho José no umbral e trazê-lo para a luz, pois me sinto responsável por ele estar naquele lamaçal onde há ranger de dentes, lamentos e escuridão.
Por favor, Senhor, me dê essa graça de poder resgatar o filho que eu não soube amar.
Deixo, aqui, o meu pedido. Que o Senhor tenha piedade de José Henrique e misericórdia de mim, um pai irresponsável.    

Cristiano Leandro.

            Psicografia recebida em 2018.
             Médium: M. Nicodemos.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018






MORRER É MUITO CHATO

Sinto uma tristeza em meu peito, um aperto, uma angústia que não me deixa sossegado por um minuto, vejo constantemente a cena horrível da minha partida, nessas horas não consigo me ligar a Deus, o que sinto é só revolta e ódio que me fuzilam os sentidos.
O que foi feito de mim? Acho que virei um bicho, um selvagem, não sei, não consigo me libertar dessa dor que tomou conta de mim... Não sei se um dia eu conseguirei me recuperar e voltar a ser a pessoa feliz que fui um dia.
Entendi que a vida não termina no túmulo e confesso que não gostei da descoberta, que negócio mais chato esse de estar morto, mas vivo, não gosto disso, era feliz vivo com meu corpo, como posso ser feliz se do jeito que estou não sou visto e nem entendido pelos  que deixei no caminho?
Gostava de viver, mas se era pra morrer, então porque não morri de vez? Já que acabaram com o meu corpo que era o meu meio de ser feliz e de me locomover, de viver enfim, não acaba logo com o espírito, de que serve um espírito sem corpo? Não gosto dessa história, pra mim vivo é quem tem corpo, entende?  Quem é de carne e osso, esse negócio de viver em espírito não é comigo. Ou me deixavam viver ou me matavam de vez, da maneira como está não gosto, não quero me recuso a ser assim, esse morto que vive.
Aqui pessoas como eu “mortos” tem tentado a todo custo me fazer entender, mas não consigo, nem sei se não consigo ou se não quero, mas, é isso, não gosto daqui,não gosto de ser esse fantasma que a morte me transformou.
Falam que um dia eu vou conseguir aceitar porque essa não é e nem vai ser a primeira vez que vivo essa situação, me disseram que já vivi e morri muitas vezes. Será mesmo possível isso? Ainda não sei, preciso de provas. Disseram que eu me recordarei oportunamente de muitas das minhas existências, mas não acredito muito nisso, sou extremamente ignorante nesses assuntos.  Nunca fui muito de rezar, até rezava quando criança repetindo as palavras da minha vó, assim meio que igual a papagaio, depois ela morreu e nunca mais rezei, assim como também nunca mais tive noticias dela até a presente data.
Vamos ver o que vem pela frente, mas não gosto de sentir essa angústia, isso não é da minha personalidade, sempre fui muito alegre.
Que alguém me faça o favor de explicar porque do jeito que vai tá difícil. Cansei, cansei de tentar entender e também cansei de ditar pra essa pessoa escrever, parece que ela fica ao mesmo tempo em que escreve querendo interferir, não estou gostando disso também, é como se eu falasse uma coisa e ela escrevesse a mesma coisa, mas não como eu falei. Muito complicado tudo isso.
Se morrer for assim mesmo, morrer é muito chato, onde está o descanso, ou o “eu não existo mais” porque  até agora continuo sentindo sem sentir e existindo sem existir. E o melhor, onde está Jesus que até agora não me foi apresentado? Ah, coisa mais sem noção.

Paro por aqui, e não vou dizer quem eu sou, pois sou e não sou, acho que era, não sou mais porque sem corpo não se vive!!   


             Psicografia recebida em 2018.                                      

             Médium:Débora S C

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018





DEUS  ME  LIVRE  DESTE  INFERNO

O que é dia ou que é noite eu não sei a muito tempo, não sei que é a luz do sol a tanto tempo que  nem mais sei mensurar esse tempo.
Sai do corpo forte e poderoso que tinha e de um segundo para o outro fui arrebatado para esse lugar, fui aprisionado pelos homens que antes julgava serem mais fracos que eu, por mulheres que subjuguei e por todos aqueles que maltratei.
Neste lugar que hoje habito, só dores encontrei, quanta podridão existe aqui e que frio eu sinto neste lugar.
Não podia imaginar que a vida continuava, se bem que isso que ora vivo nunca se pode chamar de vida.
Vivo no inferno e olha que eu gostava de dizer que meu lugar era no inferno e eu iria assombrar o diabo. Vejo hoje que eu fiz o inferno que vivo nele, que se eu soubesse da metade do que iria encontrar deste lado, eu não faria nada do modo que fiz.    
Eu que acreditava em minha força e nos meus dotes físicos e nas minhas habilidades para lutar e subjugar, tolo que fui, hoje não sou nada e vivo subjugado.
Imploro neste momento à Deus, se Ele existe e se mereço sua ajuda, me livre deste inferno, me aplaque a sede, a dor e o frio que sinto aqui.   

Jacinto.  

            Psicografia recebida em 2018.                                     

            Médium: Luciano C.

sábado, 30 de dezembro de 2017





A BEBIDA E AS DROGAS ACABARAM COMIGO

         Tu queres que eu te diga se estou bem. Mas como deveria estar se fui parar em um lugar tão estranho para mim. Sofri dores e confusões, tantas que quase enlouqueci. Perguntava a todos o que me estava acontecendo, mas ninguém me respondia. Parecia que não me viam, ou me ignoravam de propósito.
         Vaguei por lugares ermos, sem rumo e sem horizonte. A bebida me consumiu. Meu fígado doía, as náuseas eram constantes, tinha sede, mas nada vinha para me ajudar... Ninguém para me consolar.
          A bebida e as drogas acabaram comigo, eu sabia disso, mas mesmo assim continuei a consumi-las. Todos meus familiares se afastaram de mim, e acho eu, que me consideravam um pária da sociedade. Tinham vergonha de mim, mas eu não me importava.
          Fui parar em um hospital de terceira categoria, que tinha doentes de todos os matizes, todos drogados. Uns dementes outros não. E eu estava lá. Fiz tratamentos vários, mas nenhum tratamento surtia resultado, a falta da droga me acabava, tinha tremores, delirium tremens, e era um horror. 
          Uma manhã após uma noite avassaladora, de terror eu me senti diferente, estava leve, mas diferente. Não sentia meu corpo tremer mais e minha respiração estava branda, e foi se esvaindo aos poucos até eu não senti-la mais.
           Vi pessoas a meu lado tentando me reanimar, mas não adiantou. Eu estava morto. Que coisa atroz, se eu morrera eu não sabia porque eu via tudo e estava com ânsias de vomito e vontade de consumir a droga, mas estava morto, eu sabia.
           Como aconteceu eu não sei, só sei que penei, mas um dia veio até mim um rapaz, jovem ainda, que me amparou e me levou ao hospital de drogados no além.
           O nome desse rapaz é Walter, Walter Perroni, responsável por uma ala deste hospital que junto de médicos e enfermeiros auxilia os ex-drogados. Fui para lá, e foi lá, graça a Deus que consegui me livrar daquele suplício. Hoje eu digo que estou bem. As vezes ainda tenho vontade de fumar, mas Walter vem com aquele sorriso maroto, conta casos variados, fala de Deus, de Jesus  e nos anima novamente.
            Nós não nos sentimos sós e nem ociosos, pois à proporção que vamos melhorando, vamos trabalhar, a cada qual no que gosta de fazer: na horta, na jardinagem, na marcenaria, na confecção de curativos para o uso dos doentes.
            Já tenho lá amigos variados, até aqueles que não gostam de fazer nada são meus amigos e eu converso com eles, procurando ajudar um pouco.
            Agora sim te digo que eu estou bem, me preparando para ir para um lugar de estudos e recuperação da mente, pois até agora só tratei da parte da incontinência alcoólica e da droga. Sei que vou melhorar mais ainda e num futuro próximo vou também ajudar aqueles que se drogam e que ainda estão na Terra, para que parem de se drogar.
            Agradeço a todos, especialmente a esse grupo que me recolheu.

            Nelson. Um ex-drogado presente a essa reunião. 
           
                                                      
 Psicografia recebida em 2017.                                     

 Médium: Catarina.

sábado, 23 de dezembro de 2017



LEMBRANÇAS  DO NATAL

Mesa farta, criança correndo em volta da casa, quintal iluminado, cheiro de comida especial, música, conversas paralelas, contos e piadas e risadas gostosas de ouvir. Família reunida!
Eu vivi momentos assim quando encarnado, minha família se reunia sempre com muita alegria e presentes tinham poucos, mas as comidas eram coisas deliciosas feitas com muito capricho. Relembrando agora consigo sentir o cheiro, e acho que sou capaz de até lembrar do gosto da comida.
São lembranças boas e é tão bom saber que vivi tantos natais com a minha família. Quando chegava a hora de fazermos uma oração e agradecermos ao aniversariante as bênçãos do alimento, da saúde e principalmente da vida, formavamos um só coral de muito obrigado e era possível sentir a fé, a gratidão, renovar as esperanças e colocar nos braços de Jesus nossos pedidos de um novo ano de paz e realizações.
Sempre era o meu pai que fazia a prece e ele sempre se emocionava e minha mãe terminava como uma linda e abnegada anfitriã. Lembranças agradáveis e o silêncio, que nós os adolescente e crianças, éramos abrigados a fazer, era o momento mais difícil, sempre um fazia uma piada para levar um chamado. Como todas essas lembranças são lindas e agradáveis. Eu estou muito agradecido a Deus e a Seu filho por me ter permitido tais lembranças.
Sou um jovem rapaz que desencarnou devido uma grave doença, muito jovem mesmo, aos 18 anos de idade. Não aceitei fácil, pois gostava de viver, era feliz e sonhador. Meus pais me amavam e era um amor encantador e leal, sempre fui muito bem educado e tinha já os meus valores morais e religiosos. Não era espírita, cheguei na espiritualidade completamente leigo e precisei de muita ajuda e fui muito ajudado. Eu tive meus momentos de pouca fé e rebeldia, mas como já trazia conhecimento evangélico, foi mais tranqüilo minha recuperação.
Sinto muita falta dos meus familiares e principalmente de meus pais, e nesta época sei que é muito difícil para eles, sinto suas vibrações de dor e ouço suas preces com choro de saudades. Gostaria tanto de poder vê-los e abraça-los, deixar o meu cheiro no ombro de cada um.
Natal é uma festa familiar, se possível tragam suas famílias para perto de vocês, e em uma só voz façam uma oração simples com a que Jesus nos ensinou e agradeça a vida, saúde e fortaleça a fé. Que venha um ano de paz, de amor e solidariedade onde um vai olhar para o outro e reconhecer um irmão.
Deixo aqui um pouquinho da importância do Natal, pois foi esta lembrança que me fez renovar e acreditar que é possível viver na espiritualidade acreditando num próximo encontro com os meus, que tanto amo e sou amado.
Um feliz Natal a todos e um próspero ano novo.
Muita Paz!    
Um jovem amigo!
Luciano Campos.        

 Psicografia recebida em 20 dezembro  de 2017.
             Médium: M. Nicodemos.

domingo, 17 de dezembro de 2017



NUM ASSALTO MORRI
 Meu Mestre amado, por que desencarnei tão cedo? Não queria deixar de viver, não aceito a minha morte, quero voltar e continuar vivendo com os meus. Senhor, por quê? 
Eu não consigo aceitar a morte, sou um jovem rapaz, bonito, saudável, inteligente e de bom coração. Com que direito vem um homem cruel e me tira a vida, sem nem ao menos me conhecer? Não posso crer no meu desencarne, não posso aceitar, Senhor.
Choro, choro muito e vou continuar chorando, pois não encontro razão de estar aqui e não aí entre os vivos. Minha mãe querida, eu quero voltar, não me deixe aqui, por favor, peço ajuda à senhora, em suas preces peça a Deus que eu volte, pois quero viver Senhor.
 Mãe, mãe, socorro, me ajude! Não quero viver aqui, estou desesperado, quero voltar e continuar a lutar pelos meus sonhos e desejos. Quero amar e ser amado, quero ter filhos, quero ter uma família e simplesmente estou morto por um homem cruel que não deixou e não quis que eu vivesse.
Mãe, pai e irmão, me ajudem por favor! Quero minha vida novamente, não aceito estar aqui. Por favor, venham me buscar, quero minha vida de volta.
Senhor, meu Deus, onde estava que não me salvou? O que queria de mim se era um exemplo de jovem em educação e coração? Qual é a Sua perfeição para que eu tivesse o direito de viver mais alguns anos? Onde errei? O que eu fiz para que esse homem cruel me tirasse a vida, mesmo não convivendo comigo? Por quê?
Não quero ajuda, eu quero a minha vida, quero a minha família, o meu direito de viver, de sonhar e de caminhar entre os meus. Não quero luz, quero viver! Não quero paz, quero viver! Não quero colo, quero viver! Não quero...! Eu quero minha vida que foi interrompida por um homem cruel.
Quero saber! Onde está esse homem cruel, onde? Ele está vivo e por que ele vive? Com que direito ele vive? Deus por que ele vive? Será que ele é melhor que eu e por isso vive? Eu quero minha vida novamente. Deus, por favor, me devolva o direito de viver, eu quero viver.
João Carlos foi acolhido no decorrer de sua psicografia por espíritos de luz. Devido ao seu estado depressivo está se recuperando em sono profundo. Um irmão que busca respostas, mas ainda não tem sabedoria e compreensão para saber o porquê de sua morte tão prematura e violenta ocasionada por um assalto.    

Um irmão Trabalhador da Seara Jesus.


            Psicografia recebida em  2017.

             Médium: M. Nicodemos

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017



NO VELÓRIO

 Amigos, quando formos chamados a comparecer num velório, pensemos nisso:
 - Guardar serenidade e pensamentos bons;
 - Prece em favor do desencarnado e familiares;
 - Silêncio e educação.
Como temos visto a presença de irmãos encarnados quando participam de um velório e o comportamento, muitas vezes, deplorável desses irmãos nos levam a crer que ainda somos muitos insensíveis às dores alheias.
Devemos guardar serenidade porque ali não está só um corpo sem vida, na grande maioria das vezes o irmão desencarnado ainda se encontra ali, próximo ao corpo inerte. Às vezes, nem mesmo os familiares do desencarnado conseguem manter serenidade, para a família a dor faz, muitas vezes, com que percamos a razão.
 Ao participar de um velório, é importante que saibamos nos comportar de maneira correta, pois ali, naquele local, se encontram espíritos trabalhadores que precisam de silêncio e tranquilidade para realizar os propósitos de fazer com que aquele irmão ali “exposto” se desligue da matéria. A espiritualidade trabalha intensamente nessas horas, por isso é desagradável ver a conduta de companheiros de ideal encarnados.
Vamos, nessas ocasiões, dar o exemplo, vamos nos manter em silêncio, em prece, evitar a conversa em torno dos assuntos referentes ao companheiro ali desencarnado e manter as vibrações de paz e de amor em favor do companheiro que está passando por uma fase difícil.
Auxiliemos a espiritualidade no trabalho prestado em favor desse companheiro, respeitemos a dor dos familiares que ali estão sofrendo a perda de um ente amado. Deixemos o falatório para depois, se for imprescindível dar algumas palavras com alguém que se tenha encontrado ali naquele local, vamos sair da sala de velório para poder ter essa conversa; a sala onde o corpo está sendo velado é um local sagrado para a espiritualidade, seja o desencarnado quem for.
Vamos ser breves e dar um abraço amigo nos familiares e não dizer meus pêsames. Vamos fazer diferente: pedir a Jesus que dê forças para o momento difícil pelo qual estão passando sem, entretanto, ficar tentando saciar a nossa curiosidade em relação ao que está ocorrendo.
A pessoa mostra que tem educação em várias circunstancias, mas, em especial, essa é a maneira de mostrarmos que temos educação.
Silêncio. O silêncio é uma prece. Vestir-se conveniente para a ocasião, uma pessoa de boa educação jamais se apresentará nessas circunstâncias com roupas impróprias; devemos nos vestir de maneira a não ferir os olhares da família. Não digo que devemos nos vestir de preto e chorar sem estar com vontade, mas devemos nos vestir com uma roupa que imponha respeito.
Tenho participado como assistente em várias situações como essas e fico triste em ver como ainda damos pouco valor ao trabalho da equipe espiritual ali presente. Vamos, como irmãos de ideal, dar o exemplo quando chamados a um velório.
Desculpem-me se não consegui transmitir minhas idéias com clareza. Como vocês, ainda sou um aprendiz.

Um espírito estagiário nesse assunto.
 
             Psicografia recebida em 2017.                                      

             Médium: Débora S C.